Roberto Pontedura | Fundação Copel

Informações Pessoais:

Estado civil: Casado
Nacionalidade: Brasileira
Idade: 72 anos
Naturalidade: Garça, SP
Filiação: Mario Pontedura e Zulmira Alves Pontedura


Objetivo:

Zelar para que a política geral que orienta os passos da Fundação seja apenas do interesse daqueles que dela fazem parte e são os destinatários dos planos de beneficios, pugnando para que a gestão de investimentos e os planos de aplicação dos seus recursos sigam rigorosamente seus objetivos, especialmente o que foi determinado na Política de Investimentos, instrumento imprescindível para uma boa gerência dos recursos financeiros.


Resumo Funcional:

Diversos cursos de especialização e extensão universitária nas áreas de Administração e Direito, além de estágios supervisionados em ambas as áreas.


Ocupação:

- Na Cia Paranaense de Energia Elétrica - COPEL - exerceu as seguintes funções:
• Gerente do Serviço de Luz e Força de Centenário do Sul, Pr.
• Gerente do Serviço de Luz e Força de Campo Mourão, Pr.
• Administrador do Sistema Pato Branco (escritório regional)
• Gerente do Setor Comercial da Superintendência Regional de Cascavel
• Gerente do Setor Comercial da Superintendência Regional de Londrina
• Gerente da Divisão Comercial da Superintendência Regional de Londrina
• Gerente do Departamento Comercial da Superintendência Regional de Londrina
• Gerente da Coordenaria Comercial da Superintendência Regional de Londrina
• Instrutor do Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos em cursos e seminários de comercialização e distribuição de energia elétrica.

- Na Universidade Estadual de Londrina foi professor auxiliar de ensino no curso de Administração.


Formação:

• Formado em Administração pela Universidade Estadual de Londrina (Pr.) em 1.978
• Formado em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (Pr.) em 1.993


Resumo das qualificações:

• Consultor na área de comercialização de energia elétrica, incluindo utilização e conservação de energia.
• Consultor em estruturas funcionais e hierárquicas dos diversos órgãos da área de distribuição de energia elétrica.
• Instrutor de cursos e seminários na COPEL
• Professor universitário
• Membro do Conselho de Curadores da Fundação Copel, eleito pelos empregados em dezembro/1971. (1ª eleição de participantes).
• Advogado militante
• Eleito para o Conselho Fiscal da Fundação Copel mandato de abril/2007 a abril/2011, do qual foi o Presidente.
• Diversos cursos, congressos e seminários na área da previdência privada, destacando-se o Curso de Capacitação de Dirigentes e Conselheiros de Fundos de Pensão, carga horária de 96 horas.
• Certificado pelo ICSS - Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social - em 07/01/2011. Terá de ser renovado.


Associações profissionais:

Ordem dos Advogados do Brasil.


Trabalhos voluntários:

Colabora com entidades de assistência social, como Hospital do Câncer, Lar Anália Franco, Casa do Caminho e outras.


Idiomas:

Inglês. Lê, escreve e fala razoavelmente bem.

 

Sendo o Conselho Deliberativo o órgão máximo da Fundação Copel, cabe ao conselheiro zelar para que a política geral que orienta os seus passos seja apenas do interesse daqueles que dela fazem parte e são os destinatários dos planos de benefícios, pugnando para que a gestão de investimentos e os planos de aplicação dos seus recursos sigam rigorosamente seus objetivos, especialmente o que foi determinado na Política de Investimentos, instrumento imprescindível para uma boa gestão dos recursos financeiros. Em época de enorme turbulência nos mercados, em razão da crise ética e moral que assola o País, não podemos nos descuidar e devemos ficar muito atentos para que nossa querida Fundação não seja atingida por desmandos e influências políticas como aconteceu com a Previ, Funcef, Petros, Postalis e outros. Os participantes e assistidos dessas fundações estão amargando enormes prejuízos com investimentos feitos a interesses outros que não os deles, cujo valor pode chegar a 50 bilhões de reais! A consequência desastrosa obriga agora todos a pagar contribuição adicional para buscar equilíbrio atuarial, o que é, sem dúvida, uma grande injustiça.

Portanto, o conselheiro deliberativo não pode usar o cargo como um trampolim político ou com outra intenção que não seja a de garantir a segurança da Fundação Copel e de todo seu patrimônio, visando o melhor para nossa comunidade.

Este meu é compromisso e meu plano de trabalho.