Tabela Progressiva x Tabela Regressiva para cálculo de Imposto de Renda

Tabela Progressiva x Tabela Regressiva para cálculo de Imposto de Renda

Uma decisão muito importante que deve ser tomada no momento da adesão à previdência privada. Saiba tudo sobre a tabela regressiva e a tabela progressiva.

Escolher a melhor forma de investir o seu dinheiro é uma decisão muito difícil. Desde 2005, o governo passou a oferecer duas formas de cobrança do Imposto de Renda na hora do resgate: a progressiva e a regressiva.

Ao aderir à previdência complementar, o participante deve optar entre uma das duas tabelas e não poderá mudar mais até a aposentadoria ou o saque da reserva. Incialmente a escolha não é tão complicada, porém exige que o participante tenha em mente o que gostaria para o futuro.

 

Tabela Progressiva

Esse modelo sempre existiu e segue as mesmas alíquotas já aplicadas aos salários, ou seja, os percentuais variam de zero, ou isento, a 27,5%, dependendo do valor. Conforme é possível ver na tabela a seguir:

 

Tabela válida a partir do exercício 2016, ano-calendário de 2015:

Base de cálculo em R$/ano – alíquota – parcela a deduzir 


Isso significa que essa tabela é ideal para quem pretende realizar o resgate do dinheiro investido antes do prazo da aposentadoria. Ou ainda, quem planeja receber um benefício até o valor mínimo anual estabelecido pela Receita Federal e que não incida IR. Em caso de resgates antecipados, incidirá a alíquota única de 15%.

 

Tabela Regressiva

Criada em 2005, a tabela regressiva é ideal para quem optar por deixar o dinheiro aplicado por mais tempo, ou quem quer se aposentar com no mínimo dez anos de contribuição. Essa tabela visa estimular ainda mais as aplicações de longo prazo. Por isso, ela começa com a alíquota do imposto mais alta, em 35%, para investimentos mantidos por dois anos. Como o próprio nome diz, a tabela vai regredindo até a alíquota chegar a 10%, que é válida para depósitos mantidos por dez anos ou mais.



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